<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>Comentários em: O Irão, as mulheres e eu</title>
	<atom:link href="https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Aug 2025 18:48:57 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Por: Miguel Reis</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-422</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 06:45:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-422</guid>
		<description><![CDATA[gostei bastante no texto inicial. parabens
]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei bastante no texto inicial. parabens</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Reis</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-423</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 06:45:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-423</guid>
		<description><![CDATA[gostei bastante no texto inicial. parabens
]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei bastante no texto inicial. parabens</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ze Xavier Fernandes</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-420</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ze Xavier Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 18:52:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-420</guid>
		<description><![CDATA[Excelente . Gosto imenso de ler as descrições fantásticas que faz  das vossas viagens. Boa continuação. ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente . Gosto imenso de ler as descrições fantásticas que faz  das vossas viagens. Boa continuação. </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Ferreira</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-416</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2014 19:35:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-416</guid>
		<description><![CDATA[E aqui encontrei resposta ao meu comentário anterior...
Já agora, a menina nua a dançar na esfera demolidora (ou a menina demolidora a dançar na esfera nua) chama-se Miley Cirus e, fiquei a saber há uns tempos atrás, que já foi ídola de criancinhas nos canais da Disney. Suponho que seja levar ao extremo a fidelidade aos fãs, acompanhando-os no seu desenvolvimento etário.
Quando vi, pela primeira vez, esse famigerado vídeo, fiquei a pensar no escândalo que foi, nos meus anos de pré-adolescente, o vídeo Like a Virgin da Madonna, (muito) vestida de noiva, a gatinhar como uma gata assanhada. A julgar pelo padrão estabelecido por esta Miley Cirus, o Like a Virgin poderia hoje estar a passar na MTV, versão Disney...
Ou seja, tanto ou mais do que a geografia, a época determina os pudores, variando quase tanto como as marés. Afinal, tanto quanto sei, no Irão dos anos 70, as mulheres não usavam chador, nem os costumes religiosos se impunham tanto.
Bom natal... ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E aqui encontrei resposta ao meu comentário anterior&#8230;<br />
Já agora, a menina nua a dançar na esfera demolidora (ou a menina demolidora a dançar na esfera nua) chama-se Miley Cirus e, fiquei a saber há uns tempos atrás, que já foi ídola de criancinhas nos canais da Disney. Suponho que seja levar ao extremo a fidelidade aos fãs, acompanhando-os no seu desenvolvimento etário.<br />
Quando vi, pela primeira vez, esse famigerado vídeo, fiquei a pensar no escândalo que foi, nos meus anos de pré-adolescente, o vídeo Like a Virgin da Madonna, (muito) vestida de noiva, a gatinhar como uma gata assanhada. A julgar pelo padrão estabelecido por esta Miley Cirus, o Like a Virgin poderia hoje estar a passar na MTV, versão Disney&#8230;<br />
Ou seja, tanto ou mais do que a geografia, a época determina os pudores, variando quase tanto como as marés. Afinal, tanto quanto sei, no Irão dos anos 70, as mulheres não usavam chador, nem os costumes religiosos se impunham tanto.<br />
Bom natal&#8230; 😉</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Patrício</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-412</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Patrício]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 16:35:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-412</guid>
		<description><![CDATA[Olá ! a menina enganou-se ! não se obedece ao&quot; hijab&quot; mas sim à sharia ( para quem é muçulmano...)

Sharia é um termo árabe que significa &quot;caminho&quot;, mas, que historicamente, dentro da religião islâmica, tem sido continuamente empregado para se referir ao conjunto de leis da fé, compreendida pelo Alcorão, a Suna (obra que narra a vida do profeta Maomé), além de sistemas de direito árabe mais antigos, tradições paralelas, e trabalho de estudiosos muçulmanos ao longo dos primeiros séculos do Islã. Em outras palavras, a Sharia é um sistema detalhado de leis religiosas desenvolvido por estudiosos muçulmanos e ainda em vigor entre os fundamentalistas hoje.

Numa visão bem estrita do islamismo, a Sharia, como lei revelada de Deus, perfeito e eterno, é obrigatória para os indivíduos, da sociedade e do estado em todos os seus detalhes. Assim, qualquer crítica a esta é heresia. Os muçulmanos que negam sua validade são rotulados como infiéis ou apóstatas (aqueles que se convertem a outra religião) por tradicionalistas islâmicos. Como tal, eles enfrentam a ameaça de serem processados por apostasia, um crime que de acordo com a própria Sharia acarreta pena de morte.

A Sharia procura descrever em detalhes todos os possíveis atos humanos, dividindo-os em &quot;permitido&quot; (halal) e &quot;proibido&quot; (haram). Em seguida, os mesmos atos humanos são classificados ainda em vários graus de bom ou mau, como obrigatório, recomendável, neutro, censurável ou proibido. Essa vasta coleção de regras regula todas as questões da vida devocional, adoração, pureza ritual, casamento e herança, infrações penais, comércio e conduta pessoal.

Além disso, ela é responsável por regular os atos do governante de determinado estado islâmico e suas relações com os não-muçulmanos no interior do estado, bem como para os inimigos fora deste. A Sharia, mesmo que seguida apenas pelos mais fervorosos adeptos da religião, acaba por influenciar o comportamento e visão de mundo da maioria dos muçulmanos, mesmo em estados seculares onde ela não faz parte do conjunto de leis oficiais.

Apesar disso, muitas partes da Sharia possuem pouca ou nenhuma importância na maioria das sociedades muçulmanas modernas, exceto naqueles que passaram por uma fase de islamização (caso de Sudão, Irã, Arábia Saudita). A Sharia permanece, porém, como lei pertinente em questões judiciais particulares, como o casamento, família e herança.

As mudanças ocorridas no século XX, como o colapso do Império Otomano, e com ele, o último califado (autoridade religiosa islâmica), foram responsáveis por sérias reflexões sobre as tradicionais leis islâmicas. Além disso, os estados modernos que surgiram da fragmentação do império (a exemplo de Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) ou a colonização por países europeus de cultura europeia e secular (Líbia, Argélia e Marrocos) foram decisivos para a ascensão de líderes e sociedades preocupadas em operar mudanças modernizadores em todo o mundo islâmico. Assim, o movimento modernista no islã começou a se opor à visão tradicional da Sharia, afirmando que a lei não pode ser alterada pelo homem, insistindo que ela deve ser aplicada à situação atual e novas idéias, entendendo que novas interpretações são permitidas.

Sharia é um termo árabe que significa &quot;caminho&quot;, mas, que historicamente, dentro da religião islâmica, tem sido continuamente empregado para se referir ao conjunto de leis da fé, compreendida pelo Alcorão, a Suna (obra que narra a vida do profeta Maomé), além de sistemas de direito árabe mais antigos, tradições paralelas, e trabalho de estudiosos muçulmanos ao longo dos primeiros séculos do Islã. Em outras palavras, a Sharia é um sistema detalhado de leis religiosas desenvolvido por estudiosos muçulmanos e ainda em vigor entre os fundamentalistas hoje.

Numa visão bem estrita do islamismo, a Sharia, como lei revelada de Deus, perfeito e eterno, é obrigatória para os indivíduos, da sociedade e do estado em todos os seus detalhes. Assim, qualquer crítica a esta é heresia. Os muçulmanos que negam sua validade são rotulados como infiéis ou apóstatas (aqueles que se convertem a outra religião) por tradicionalistas islâmicos. Como tal, eles enfrentam a ameaça de serem processados por apostasia, um crime que de acordo com a própria Sharia acarreta pena de morte.

A Sharia procura descrever em detalhes todos os possíveis atos humanos, dividindo-os em &quot;permitido&quot; (halal) e &quot;proibido&quot; (haram). Em seguida, os mesmos atos humanos são classificados ainda em vários graus de bom ou mau, como obrigatório, recomendável, neutro, censurável ou proibido. Essa vasta coleção de regras regula todas as questões da vida devocional, adoração, pureza ritual, casamento e herança, infrações penais, comércio e conduta pessoal.

Além disso, ela é responsável por regular os atos do governante de determinado estado islâmico e suas relações com os não-muçulmanos no interior do estado, bem como para os inimigos fora deste. A Sharia, mesmo que seguida apenas pelos mais fervorosos adeptos da religião, acaba por influenciar o comportamento e visão de mundo da maioria dos muçulmanos, mesmo em estados seculares onde ela não faz parte do conjunto de leis oficiais.

Apesar disso, muitas partes da Sharia possuem pouca ou nenhuma importância na maioria das sociedades muçulmanas modernas, exceto naqueles que passaram por uma fase de islamização (caso de Sudão, Irã, Arábia Saudita). A Sharia permanece, porém, como lei pertinente em questões judiciais particulares, como o casamento, família e herança.

As mudanças ocorridas no século XX, como o colapso do Império Otomano, e com ele, o último califado (autoridade religiosa islâmica), foram responsáveis por sérias reflexões sobre as tradicionais leis islâmicas. Além disso, os estados modernos que surgiram da fragmentação do império (a exemplo de Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) ou a colonização por países europeus de cultura europeia e secular (Líbia, Argélia e Marrocos) foram decisivos para a ascensão de líderes e sociedades preocupadas em operar mudanças modernizadores em todo o mundo islâmico. Assim, o movimento modernista no islã começou a se opor à visão tradicional da Sharia, afirmando que a lei não pode ser alterada pelo homem, insistindo que ela deve ser aplicada à situação atual e novas idéias, entendendo que novas interpretações são permitidas.
Agora o &quot;hijab&quot; :
Hijab (do árabe: حجاب, translit. ħijāb, &#039;cobertura&#039;; &quot;esconder os olhar&quot;; pron.: [ħiˈdʒæːb]) é o conjunto de vestimentas preconizado pela doutrina islâmica. No Islão, o hijab é o vestuário que permite a privacidade, a modéstia e a moralidade, ou ainda &quot;o véu que separa o homem de Deus&quot;. O termo &quot;hijab&quot; é, por vezes, utilizado especificamente em referência às roupas femininas tradicionais do Islão, ou ao próprio véu.

O hijab é usado pela maioria das muçulmanas que vivem em países ocidentais. A depender da escola de pensamento islâmica, o hijab pode se traduzir na obrigatoriedade do uso da burca, que é o caso do Talibã afegão, até apenas uma admoestação para o uso do véu, como ocorre na Turquia. Na atualidade, o hijab é obrigatório na Arábia Saudita e na República Islâmica do Irão, além de governos regionais noutros países, como na província indonésia de Achém
]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá ! a menina enganou-se ! não se obedece ao&#8221; hijab&#8221; mas sim à sharia ( para quem é muçulmano&#8230;)</p>
<p>Sharia é um termo árabe que significa &#8220;caminho&#8221;, mas, que historicamente, dentro da religião islâmica, tem sido continuamente empregado para se referir ao conjunto de leis da fé, compreendida pelo Alcorão, a Suna (obra que narra a vida do profeta Maomé), além de sistemas de direito árabe mais antigos, tradições paralelas, e trabalho de estudiosos muçulmanos ao longo dos primeiros séculos do Islã. Em outras palavras, a Sharia é um sistema detalhado de leis religiosas desenvolvido por estudiosos muçulmanos e ainda em vigor entre os fundamentalistas hoje.</p>
<p>Numa visão bem estrita do islamismo, a Sharia, como lei revelada de Deus, perfeito e eterno, é obrigatória para os indivíduos, da sociedade e do estado em todos os seus detalhes. Assim, qualquer crítica a esta é heresia. Os muçulmanos que negam sua validade são rotulados como infiéis ou apóstatas (aqueles que se convertem a outra religião) por tradicionalistas islâmicos. Como tal, eles enfrentam a ameaça de serem processados por apostasia, um crime que de acordo com a própria Sharia acarreta pena de morte.</p>
<p>A Sharia procura descrever em detalhes todos os possíveis atos humanos, dividindo-os em &#8220;permitido&#8221; (halal) e &#8220;proibido&#8221; (haram). Em seguida, os mesmos atos humanos são classificados ainda em vários graus de bom ou mau, como obrigatório, recomendável, neutro, censurável ou proibido. Essa vasta coleção de regras regula todas as questões da vida devocional, adoração, pureza ritual, casamento e herança, infrações penais, comércio e conduta pessoal.</p>
<p>Além disso, ela é responsável por regular os atos do governante de determinado estado islâmico e suas relações com os não-muçulmanos no interior do estado, bem como para os inimigos fora deste. A Sharia, mesmo que seguida apenas pelos mais fervorosos adeptos da religião, acaba por influenciar o comportamento e visão de mundo da maioria dos muçulmanos, mesmo em estados seculares onde ela não faz parte do conjunto de leis oficiais.</p>
<p>Apesar disso, muitas partes da Sharia possuem pouca ou nenhuma importância na maioria das sociedades muçulmanas modernas, exceto naqueles que passaram por uma fase de islamização (caso de Sudão, Irã, Arábia Saudita). A Sharia permanece, porém, como lei pertinente em questões judiciais particulares, como o casamento, família e herança.</p>
<p>As mudanças ocorridas no século XX, como o colapso do Império Otomano, e com ele, o último califado (autoridade religiosa islâmica), foram responsáveis por sérias reflexões sobre as tradicionais leis islâmicas. Além disso, os estados modernos que surgiram da fragmentação do império (a exemplo de Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) ou a colonização por países europeus de cultura europeia e secular (Líbia, Argélia e Marrocos) foram decisivos para a ascensão de líderes e sociedades preocupadas em operar mudanças modernizadores em todo o mundo islâmico. Assim, o movimento modernista no islã começou a se opor à visão tradicional da Sharia, afirmando que a lei não pode ser alterada pelo homem, insistindo que ela deve ser aplicada à situação atual e novas idéias, entendendo que novas interpretações são permitidas.</p>
<p>Sharia é um termo árabe que significa &#8220;caminho&#8221;, mas, que historicamente, dentro da religião islâmica, tem sido continuamente empregado para se referir ao conjunto de leis da fé, compreendida pelo Alcorão, a Suna (obra que narra a vida do profeta Maomé), além de sistemas de direito árabe mais antigos, tradições paralelas, e trabalho de estudiosos muçulmanos ao longo dos primeiros séculos do Islã. Em outras palavras, a Sharia é um sistema detalhado de leis religiosas desenvolvido por estudiosos muçulmanos e ainda em vigor entre os fundamentalistas hoje.</p>
<p>Numa visão bem estrita do islamismo, a Sharia, como lei revelada de Deus, perfeito e eterno, é obrigatória para os indivíduos, da sociedade e do estado em todos os seus detalhes. Assim, qualquer crítica a esta é heresia. Os muçulmanos que negam sua validade são rotulados como infiéis ou apóstatas (aqueles que se convertem a outra religião) por tradicionalistas islâmicos. Como tal, eles enfrentam a ameaça de serem processados por apostasia, um crime que de acordo com a própria Sharia acarreta pena de morte.</p>
<p>A Sharia procura descrever em detalhes todos os possíveis atos humanos, dividindo-os em &#8220;permitido&#8221; (halal) e &#8220;proibido&#8221; (haram). Em seguida, os mesmos atos humanos são classificados ainda em vários graus de bom ou mau, como obrigatório, recomendável, neutro, censurável ou proibido. Essa vasta coleção de regras regula todas as questões da vida devocional, adoração, pureza ritual, casamento e herança, infrações penais, comércio e conduta pessoal.</p>
<p>Além disso, ela é responsável por regular os atos do governante de determinado estado islâmico e suas relações com os não-muçulmanos no interior do estado, bem como para os inimigos fora deste. A Sharia, mesmo que seguida apenas pelos mais fervorosos adeptos da religião, acaba por influenciar o comportamento e visão de mundo da maioria dos muçulmanos, mesmo em estados seculares onde ela não faz parte do conjunto de leis oficiais.</p>
<p>Apesar disso, muitas partes da Sharia possuem pouca ou nenhuma importância na maioria das sociedades muçulmanas modernas, exceto naqueles que passaram por uma fase de islamização (caso de Sudão, Irã, Arábia Saudita). A Sharia permanece, porém, como lei pertinente em questões judiciais particulares, como o casamento, família e herança.</p>
<p>As mudanças ocorridas no século XX, como o colapso do Império Otomano, e com ele, o último califado (autoridade religiosa islâmica), foram responsáveis por sérias reflexões sobre as tradicionais leis islâmicas. Além disso, os estados modernos que surgiram da fragmentação do império (a exemplo de Jordânia, Síria, Líbano e Iraque) ou a colonização por países europeus de cultura europeia e secular (Líbia, Argélia e Marrocos) foram decisivos para a ascensão de líderes e sociedades preocupadas em operar mudanças modernizadores em todo o mundo islâmico. Assim, o movimento modernista no islã começou a se opor à visão tradicional da Sharia, afirmando que a lei não pode ser alterada pelo homem, insistindo que ela deve ser aplicada à situação atual e novas idéias, entendendo que novas interpretações são permitidas.<br />
Agora o &#8220;hijab&#8221; :<br />
Hijab (do árabe: حجاب, translit. ħijāb, &#8216;cobertura'; &#8220;esconder os olhar&#8221;; pron.: [ħiˈdʒæːb]) é o conjunto de vestimentas preconizado pela doutrina islâmica. No Islão, o hijab é o vestuário que permite a privacidade, a modéstia e a moralidade, ou ainda &#8220;o véu que separa o homem de Deus&#8221;. O termo &#8220;hijab&#8221; é, por vezes, utilizado especificamente em referência às roupas femininas tradicionais do Islão, ou ao próprio véu.</p>
<p>O hijab é usado pela maioria das muçulmanas que vivem em países ocidentais. A depender da escola de pensamento islâmica, o hijab pode se traduzir na obrigatoriedade do uso da burca, que é o caso do Talibã afegão, até apenas uma admoestação para o uso do véu, como ocorre na Turquia. Na atualidade, o hijab é obrigatório na Arábia Saudita e na República Islâmica do Irão, além de governos regionais noutros países, como na província indonésia de Achém</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Patrício</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-413</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Patrício]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 16:35:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-413</guid>
		<description><![CDATA[eu sou atéia mas gosto de saber das crenças dos outros...:-)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu sou atéia mas gosto de saber das crenças dos outros&#8230;:-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Horaciosousa Sousa</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-408</link>
		<dc:creator><![CDATA[Horaciosousa Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 14:35:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-408</guid>
		<description><![CDATA[forca sempre em frente]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>forca sempre em frente</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elizabete Santos</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-406</link>
		<dc:creator><![CDATA[Elizabete Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 20:49:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-406</guid>
		<description><![CDATA[Mais uma exceleeeente crónica! Amei... Bjinhos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma exceleeeente crónica! Amei&#8230; Bjinhos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Globonautas</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-402</link>
		<dc:creator><![CDATA[Globonautas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2014 21:35:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-402</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Viaja-se para compreender. Viaja-se para reflectir. Viaja-se para confortar os nossos dogmas e as nossas certezas…&quot; - a  primeira história da estrada da nossa passagem pelo Irão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Viaja-se para compreender. Viaja-se para reflectir. Viaja-se para confortar os nossos dogmas e as nossas certezas…&#8221; &#8211; a  primeira história da estrada da nossa passagem pelo Irão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Oliveira</title>
		<link>https://globonautas.net/o-irao-as-mulheres-e-eu/#comment-399</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joana Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2014 20:51:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://globonautas.net/?p=2777#comment-399</guid>
		<description><![CDATA[&quot;encenando a sua persona “S&amp;M”, vestida, ou  despida – dependendo do ponto de vista e da ordem das coisas-,  com um soutien, umas cuecas e mais uns quantos acessórios necessários às práticas da sua personagem.&quot; - Em tom de brincadeira, mas abordando um assunto sério, aqui fica mais uma, que são muitas, histórias da estrada - esta, a nossa primeira do irão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;encenando a sua persona “S&amp;M”, vestida, ou  despida – dependendo do ponto de vista e da ordem das coisas-,  com um soutien, umas cuecas e mais uns quantos acessórios necessários às práticas da sua personagem.&#8221; &#8211; Em tom de brincadeira, mas abordando um assunto sério, aqui fica mais uma, que são muitas, histórias da estrada &#8211; esta, a nossa primeira do irão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
