Ásia Central – O ponto alto das nossas pedaladas
Na Ásia Central levámos as bikes até às Pamir. Lá, perdemos o fôlego, mas, ganhámos acesso a um mundo onde tudo era escasso, excepto a beleza, essa superior, e o…
Na Ásia Central levámos as bikes até às Pamir. Lá, perdemos o fôlego, mas, ganhámos acesso a um mundo onde tudo era escasso, excepto a beleza, essa superior, e o…
Ainda levou o anel à dentuça de ouro para confirmar a sua qualidade (…). Limpei o anel às calças antes de o enfiar no dedo (eu sei que as cáries não são contagiosas, mas nunca se sabe).
O pequenito estende-me a sua para retribuir o cumprimento (…). A sua mão é tão pequenina que transforma estes dois gestos em algo maior e mais profundo.
Dou comigo a amaldiçoar os russos e as sua maldita estrada e a minha maldita carga. Malditos, malditos, malditos. Um ziguezague tortuoso, entre calhaus escorregadios e uma inclinação que parece que a bike me vai cair em cima – viva a gravidade.
De 4 de Outubro a 12 de Novembro de 2013
1364 kms pedalados
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