Ninguém parecia muito preocupado com a nossa presença, e por isso seguimos sem problemas uns vinte quilómetros até que nos apareceu um túnel à frente. Ó diacho, e agora? Será que está terminado? Será que podemos passar? Os construtores na beira da estrada acenaram que sim.
A China pode ser tudo
A coisa é um bocado assim: os traços parecem um homem a fazer malabarismo em cima de um baloiço, ao lado de uma balança, onde está encostado um outro homem à espera em frente de uma cadeira romana em cima da qual está uma espécie de T com dois traços, com uma chave de fendas virada ao contrário pendurada – ora temos então: Xinjie – fácil!













